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Polícia

Pai é condenado a 12 anos e 6 meses por tentar matar o próprio filho durante briga em Manaus

Genival Sá de Oliveira foi julgado pelo Tribunal do Júri por tentativa de homicídio qualificado; crime aconteceu em maio de 2024, no bairro Tancredo Neves.

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Manaus – Genival Sá de Oliveira foi condenado a 12 anos e seis meses de prisão, em regime inicial fechado, pela tentativa de homicídio qualificado contra o próprio filho, de 28 anos, durante uma briga familiar em Manaus. A decisão foi tomada pelo Tribunal do Júri da 3ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, segundo informações publicadas nesta sexta-feira (2).

O crime ocorreu em maio de 2024, no bairro Tancredo Neves, zona leste da capital. Conforme a denúncia apresentada no processo, a confusão teria começado durante uma discussão familiar que também envolveu uma filha adolescente do acusado.

Discussão terminou em tentativa de homicídio

De acordo com as informações do processo, durante a discussão, Genival teria ameaçado a filha, que tinha 16 anos na época, e posteriormente avançado contra o filho utilizando uma faca.

Durante a tentativa de impedir o ataque, outro filho do acusado acabou sendo atingido na região do olho. A intervenção dos familiares conseguiu interromper a situação e evitar que Matheus, apontado como vítima principal, fosse atingido novamente.

O caso foi levado ao Tribunal do Júri, responsável pelo julgamento de crimes dolosos contra a vida, como a tentativa de homicídio pela qual o réu foi condenado.

Réu não compareceu ao julgamento

Genival Sá de Oliveira não esteve presente na sessão do Tribunal do Júri. Segundo informações do processo, ele estava foragido desde 2025 e respondia à ação em liberdade.

Após a condenação, a Justiça determinou a expedição de um novo mandado de prisão para o cumprimento da pena estabelecida na sentença.

A condenação, contudo, ainda pode ser contestada por meio dos recursos previstos na legislação.

Sentença determina regime inicial fechado

A pena fixada pela Justiça foi de 12 anos e seis meses de reclusão, com início em regime fechado.

A decisão encerra a fase do julgamento pelo Tribunal do Júri, mas o processo ainda poderá seguir para instâncias superiores caso a defesa apresente recurso.

O caso chamou atenção pela gravidade do conflito familiar e pelo envolvimento de mais de um integrante da família durante a ocorrência registrada em 2024.