Brasil
Flávio Bolsonaro aparece à frente de Lula pela 1ª vez no 2º turno, aponta pesquisa
Levantamento BTG Pactual/Nexus mostra senador com 46% contra 45% do presidente em uma eventual disputa pela Presidência; resultado configura empate técnico
Brasília – Uma nova pesquisa eleitoral colocou Flávio Bolsonaro (PL-RJ) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela primeira vez em um cenário de segundo turno para a Presidência da República.
Divulgado nesta terça-feira (8), o levantamento realizado pelo banco BTG Pactual em parceria com o instituto Nexus aponta 46% das intenções de voto para Flávio Bolsonaro contra 45% para Lula. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os números representam empate técnico.
A pesquisa ouviu 2.002 eleitores entre sexta-feira (4) e segunda-feira (7). O levantamento possui margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-06790/2026.
Lula ainda lidera no primeiro turno
Apesar da vantagem numérica de Flávio no cenário de segundo turno contra Lula, o atual presidente aparece à frente na simulação de primeiro turno.
Lula registra 39%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 35%. O escritor Augusto Cury (Avante) vem na sequência, com 9%. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 4% cada.
Em um cenário que inclui Pablo Marçal (PRTB), Lula mantém 39%, enquanto Flávio registra 34%.
Na modalidade espontânea, em que os entrevistados citam livremente o candidato de preferência, Lula aparece com 39%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 31%.
Disputa apertada no segundo turno
Além do confronto entre Lula e Flávio, o levantamento simulou outras possíveis disputas. Lula aparece numericamente à frente de Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos.
Já no cenário contra Augusto Cury, o escritor registra 45%, contra 43% de Lula.
Os números refletem o momento em que a pesquisa foi realizada e podem sofrer alterações até o período eleitoral. A margem de erro também deve ser considerada na interpretação dos resultados.
